Arquivo de 28/07/2010

Comprei há alguns dias uma placa wireless 802.11g PCI e uma USB com o chip Realtek rtl8185l, a ENLWI-G2 da Encore, e depois de instalados os dispositivos não funcionavam bem, quando conectava, coisa rara, o sinal era terrível, a ponta da conexão caía de hora em hora, às vezes em até menos tempo. Pesquisei na rede então por um driver atualizado ou uma solução para este infame problema, segue abaixo a descrição para a solução.

Entre no site:

Baixe o driver atualizado para o dispositivo.

Descompacte-o onde achar melhor e entre no diretório com um terminal, por exemplo, se tiver baixado ele no Desktop, abra o terminal e passe o seguinte comando:

$ cd ~/Desktop

Em seguida entre no diretório:

$ cd rtl8185_linux_26.1031.1207.2009.release
$ make
$ sudo su

Informe sua senha e:

# make install

Reinicie a máquina e pronto, você está com a última versão do driver do chip rtl8185.

Roberson Carlos
robersonfox@genovaengine.com

Fonte:

Porém, “tela azul da morte” pode não ser falha do sistema operacional, mas de outros programas instalados no sistema…

por Aylons Hazzud

Em depoimento a uma comissão do governo dos EUA, o técnico da British Petroleum Mike Williams declarou que haviam diversos problemas técnicos de informática na operação da plataforma que naufragou no Golfo do México, causando um dos maiores desastres ambientais da indústria petrolífera. Segundo o New York Times, os computadores que administravam o sistema travavam frequentemente, apresentando a tela azul característica das falhas graves do Windows.

Apesar de ter usado a expressão “tela azul da morte”, ou BSOD na sigla em inglês, o técnico não chegou a citar diretamente o sistema operacional da Microsoft. Comum nas versões antigas do sistema, atualmente estes travamentos são raros e dificilmente são causados por falhas no próprio sistema operacional. A maior suspeita recai, então, sobre os drivers e outros softwares instalados no sistema para operar os instrumentos.

Segundo a imprensa local (nola.com), o técnico disse que, embora o sistema não seja causa imediata do desastre, as telas azuis interrompiam o trabalho e impediam o entendimento pleno do que estava ocorrendo no poço. Contactada pela ComputerWorld, a Microsoft se recusou a comentar sobre os travamentos.

Responsável pela maior rede de dados do Estado brasileiro, não surpreende que a Justiça Eleitoral seja também alvo preferencial de ataques. O que chama a atenção, porém, é a magnitude das ameaças. Segundo a Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral, a rede recebe 400 mil ataques por segundo nos dias de eleição.

“Temos a maior rede, que liga o TSE aos tribunais regionais e estes a 3 mil cartórios eleitorais. A preocupação com segurança é tanta que na véspera da eleição desconectamos a rede da internet. Ainda assim, no dia das votações essa rede é alvo de 400 mil ataques por segundo de hackers”, afirma o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino.

A rede da Justiça Eleitoral funciona em dois níveis. Há um backbone nacional, administrado pela Embratel, que conecta o TSE aos 27 tribunais regionais. Um backbone secundário liga os 27 regionais aos 3 mil cartórios eleitorais. As licitações de ambas foram renovadas este ano, e esta parte ficou com a Oi - menos em São Paulo, onde a administração é da Telefônica.

No dia da eleição essa rede é utilizada para o envio dos dados das votações, que são transportados por pen drives das urnas até os cartórios eleitorais. Daí é feita a totalização dos votos pelos TREs - com exceção dos votos para presidente da República, cuja totalização é feita pelo TSE.

Além disso, são adotadas soluções via satélite para a conexão de lugares distantes, especialmente aldeias indígenas e pequenas cidades na região Amazônica. Por isso, em parte dos estados do Amazonas, Pará, Rondônia e Mato Grosso, a conexão é feita por satélite, através de antenas acopladas a laptops - daí ser comum que o transporte dos votos desses lugares ser ainda mais rápido que dos municípios em geral.

Por: Luís Osvaldo Grossmann