Arquivo de 02/09/2010

Os responsáveis pelo KDE Project anunciaram nesta quarta-feira, a chegada da versão 4.5.1 do KDE Software Compilation (KDE SC), o primeiro ponto de atualização para a última versão principal do popular ambiente desktop para Linux e Unix. Segundo os desenvolvedores, a versão de manutenção do K Desktop Environment (KDE) inclui uma série de atualizações de tradução e correções de falhas para o ambiente de trabalho Plasma Netbook, para o KDE Apllications (aplicativos) e KDE Platform (tecnologias utilizadas). O foco está nas melhorias referentes à estabilidade e na experiência do usuário.

Sendo este o primeiro de uma série de atualizações mensais, KDE SC 4.5.1, que vem sob o codinome “Cronjob”, corrige vários bugs no núcleo do KDE, melhorando bastante a estabilidade global da plataforma. Outras mudanças incluem rede UPnP (dispositivos / serviços) sob o KIO slave, entre outras alterações incorporadas. Os programadores aconselham que todos os usuários atualizem para a versão atual o quanto antes. A próxima atualização para correção de falhas, o KDE 4.5.2 SC, está programado para ser lançado no dia 30 de setembro, e o próximo grande lançamento, a versão 4.6.0, é esperado para chegar no dia 26 janeiro de 2011.

Mais detalhes sobre o KDE 4.5.1 podem ser encontrados no anúncio de lançamento oficial, na Info Page KDE SC 4.5.1 e no registro de alterações. Os pacotes binários para as diversas distribuições Linux estão disponíveis para download a partir do site do projeto

Saiba Mais:

[1] KDE 4.5.1: http://dot.kde.org/2010/08/31/kde-releases-451
[2] Download KDE 4.5.1: http://kde.org/info/4.5.0.php#binary

Por Camyll

havia publicado uma prévia do novo instalador do Ubuntu, porém na ocasião havia muitos erros para poder usá-lo, acredito que agora está bem estável. agora traduzido em sua maior parte. Abaixo como estão as telas de instalação passo-a-passo para quem tem apenas Ubuntu e quer a pasta pessoal (home) separada.

Abaixo tela de bem-vindo onde deve-se escolher o idoma a ser usado:

Abaixo a tela sobre a versão instalada:

Na tela abaixo, uma das novidades da versão do Ubuntu 10.10 Maverick Meerkat é a opção de já na instalação baixar codecs e driver proprietários necessários para usar o computador ao qual está sendo instalado o Ubuntu.

Abaixo a tela onde é possível fazer uma instalação com o particionamento sugerido pelo Ubuntu, ou manual, eu sempre uso manual como demonstrado abaixo:

Abaixo um demonstrativo de particionamento de um HD de 80 GB, com área de troca, / e /home, poderia haver também o /boot, mas optei por não fazê-lo, como mostrado abaixo:

Abaixo a tela onde deve-se escolher o fuso horário a ser usado, perceba no rodapé da captura de tela que enquanto escolhe-se o fuso horário já vai havendo alguns movimentos o que deverá agilizar a instalação:

Abaixo a tela onde escolhe o leiaute do teclado, aqui também no rodapé note-se que já há cópias de arquivos de instalação:

Abaixo as informações mais importantes, usuário, senha e se entrará automaticamente ou exigirá senha ao entrar e se a pasta pessoal será criptografada, aqui muitos arquivos já foram copiados para o destino, o que irá deixar a instalação mais rápida:

Lembrando que as traduções continuam estão abertas.

Meu twitter: @AndreGondim

Abraços e boa sorte!! ;)
Conheça a comunidade Ubuntu Brasil
http://www.ubuntu-br.org/participe

Fonte: http://andregondim.eti.br/?p=2092

Por: @AndreGondim

Receita de hardware com Linux cresceu 30% no 2.º trimestre de 2010; virtudes em estabilidade e segurança sugerem que não foi por acaso.

O rápido crescimento do mercado para servidores x86 ocorrido no ano passado trouxe boas notícias tanto para o Linux como para o Windows, segundo um relatório divulgado na semana passada pela empresa de pesquisas IDC.

O que nem sempre é ressaltado, no entanto, é a significância que a porção de servidores Linux vem ganhando. As entregas de servidores Windows, em termos de unidade, cresceram 28,2% no segundo trimestre de 2010, quando comparadas com 2009.

Já a receita de sistemas Linux aumentou 30% no trimestre, para 1,8 bilhão de dólares. Os servidores Linux representam agora 16,8% de toda a receita de servidores, 2,5 pontos porcentuais a mais que no segundo trimestre de 2009.

Não é por acaso. O Linux é eminentemente melhor para uso como servidor do que o Windows – melhor que a grande totalidade dos concorrentes, eu diria. Por que? Vamos enumerar as razões.

1::Estabilidade

Os sistemas Linux são conhecidos por sua capacidade de funcionar por anos sem falhas. De fato, muitos usuários Linux nunca viram uma parada de sistema. Isso é ótimo para usuários de todo tipo, mas é particularmente interessante para pequenas e médias empresas, para as quais uma interrupção pode ter consequências desastrosas.

O Linux também lida com um grande número de processos simultâneos de forma muito melhor que o Windows – isso, aliás, é algo que colabora para degradar rapidamente a estabilidade do Windows.

E há a necessidade de reboot. Enquanto as mudanças na configuração do Windows exigem tipicamente um reboot – causando o inevitável downtime – geralmente não há necessidade de reboot no Linux. Quase todas as mudanças de configuração do Linux podem ser feitas com o sistema funcionando e sem afetar outros serviços.

De forma semelhante, se os servidores Windows precisam ser desfragmentados com frequência, no Linux isso foi praticamente eliminado.

2::Segurança

O Linux é nativamente mais seguro que o Windows, seja no servidor, no desktop ou em um ambiente embarcado. Isso se deve principalmente ao fato que o Linux, que é baseado no Unix, foi projetado do zero para ser um sistema operacional multiusuário. Apenas o administrador, ou usuário root, tem privilégios administrativos, e poucos usuários e aplicações têm permissão para acessar o kernel ou outros usuários e aplicações. Isso ajuda a manter tudo de forma modular e protegida.

É claro, o Linux também sofre ataques (menos frequentes) de vírus e malware, e as vulnerabilidades tendem a ser descobertas e consertadas mais rapidamente por sua legião de desenvolvedores e usuários. Até o bug de seis anos de idade do kernel que foi consertado recentemente, por exemplo – algo extremamente raro no mundo Linux – nunca havia sido explorado.

Enquanto isso, internamente, usuários de um sistema Windows podem algumas vezes ocultar arquivos do administrador do sistema. No Linux, o administrador sempre tem uma visão clara do sistema de arquivos e está sempre no controle.

3::Hardware

Enquanto o Windows exige tipicamente atualizações de hardware para acomodar suas demandas crescentes, o Linux é leve, magro, flexível e escalável, e funciona admiravelmente em praticamente qualquer computador, independentemente do processador e da arquitetura da máquina.

O Linux também pode ser facilmente reconfigurado para incluir apenas os serviços necessários para os propósitos de sua empresa, reduzindo ainda mais os requisitos de memória, melhorando o desempenho e mantendo as coisas ainda mais simples.

4::TCO

Não há como superar o Linux no custo total de propriedade, já que o software é geralmente gratuito. Mesmo uma versão corporativa comprada com serviço de suporte será mais barata, de forma geral, que o Windows ou outro software proprietário, que geralmente envolve a compra de licenças com base em números de usuários e uma gama de caros adicionais, especialmente em segurança.

5::Liberdade

Com o Linux, não há fornecedor comercial tentando travá-lo em certos produtos ou protocolos. Em vez disso, você está livre para misturar e combinar e escolher o que funciona melhor para sua empresa.

Em resumo, com todas as vantagens que o Linux fornece no campo dos servidores, não surpreende que governos, organizações e grandes empresas ao redor do mundo – incluindo Amazon e Google – confiem no sistema operacional de código aberto em seus próprios sistemas de produção.

Se você procura por uma distribuição Linux para instalar em seus servidores corporativos, vale a pena considerar o CentOS (ou RHEL, a versão paga da Red Hat na qual se baseia a CentOS), Slackware, DebianGentoo. e

(Katherine Noyes)

* fonte: IDGNow!

por Vitorio Furusho