Arquivo de 11/09/2010

Sempre que preciso copiar CD ou DVD danificado para o meu computador, para tentar recuperar algum arquivo, eu faço com o seguinte comando:

$ cdrdao copy

O comando acima quando executado copia o conteúdo da unidade de CD/DVD padrão do sistema para um arquivo cddataxxxx.bin dentro do diretório atual.

Outro método que uso para poder copiar CD/DVD danificados é o comando:

$ dd if=/dev/scd0 of=arquivo

O comando acima copia o conteúdo do disco /dev/scd0 para o arquivo definido.

DICA: para entender melhor como trabalhar com estes comandos, consulte o manual através do comando: man comando

Exemplo: man dd

Publicado por Rodrigo Zimmermann

Dessa vez, a dica não é para o terminal de comandos, entretanto, a exemplo do Steam Locomotive e do Asciiquarium, é apenas mais um item para compor a lista de inutilidades para ambientes GNU/Linux. Nos raros tempos de folga, para descontrair, procurar por tais “futilidades linuxers” é, antes de tudo, uma mania quase que incontrolável e, também, uma forma de se divertir um pouco.

Seguindo a linha “aquática”. a bola da vez é o xfishtank, que transforma seu background estático em um verdadeiro aquário em movimento, por onde transitam peixes dos mais variados estilos, tamanhos e formatos, cobras marinhas, arraias, além, é claro, dos temidos tubarões. O mais interessante dessa solução é a leveza proporcionada pelo mundo marinho ao seu ambiente de trabalho. Enquanto trabalha, você acompanha a vida marinha seguir seu curso natural!

Apesar de ser um aplicativo antigo e estar disponível nos repositórios default de muitas distribuições GNU/Linux, o xfishtank, entretanto, é pouco conhecido até mesmo para usuários GNU/Linux mais antigos. E, como não poderia ser diferente, sua instalação é bastante simples, principalmente em distros que possuem um bom gerenciador de pacotes. No Ubuntu, por exemplo, a instalação resume-se ao seguinte comando:

$ sudo apt-get install xfishtank

Após a instalação do pacote, que dura poucos segundos, mesmo com uma conexão à Internet mais limitada, ao abrir um terminal e executar o comando “xfishtank”, entretanto, nada foi apresentado na tela e nenhum erro era mostrado durante a execução do comando. Alguns minutos de investigação, entretanto, e a solução foi encontrada!

Por se tratar de uma aplicação de certa forma antiga, o xfishtank não considera que outros aplicativos irão se responsabilizar pela manutenção do background do seu desktop. Todavia, em ambientes Gnome, por exemplo, o Nautilus assume essa tarefa. Diante disso, para desabilitar essa funcionalidade, basta executar o seguinte comando:

$ gconftool-2 /apps/nautilus/preferences/show_desktop -t bool -s false

Em seguida, execute novamente o xfishtank e, provavelmente, não tendo nenhum outro problema, seu desktop será tomado pelos seres marinhos providos por esse pequeno, mas interessante aplicativo.

Ah, ia esquecendo… para fazer com que o Nautilus retome suas atividades normais com relação ao seu background, basta executar o mesmo comando anterior mudando, entretanto, o valor da chave para controle do desktop:

$ gconftool-2 /apps/nautilus/preferences/show_desktop -t bool -s true

Bem, acho que é isso…

Author: Jansen Sena

Link: 
http://www.jsena.info/2009/03/22/outro-aquario-para-seu-gnulinux/

Imagine que você possui três HDs nos tamanhos de 80, 40 e 60 GB. Imagine agora que você precise de um lugar para armazenar suas músicas, mas não quer simplesmente criar uma pasta em cada disco; até porque esse método seria muito cansativo para se administrar.

Então criaremos um tipo de RAID e com isso criamos uma única partição (virtual) com a soma dos espaços livres dos três discos. Detalhe: tudo isso sem destruir os dados que já estão nos discos e, o mais interessante, com apenas um comando. :-)

Descobri essa solução utilizando o “mhddfs”, que é um módulo do FUSE. O mhddfs permite agrupar pequenas partições em uma única partição virtual que irá conter todos os arquivos de todas partições membras.

Instalação A distribuição Linux utilizada foi o Debian Lenny.

# apt-get install mhddfs

Utilização Vamos dizer que você tenha três discos montados em /media/disco1, /media/disco2, /media/disco3. Você terá algo semelhante a isso:

# df -h

Depois de instalado o mhddfs, vamos criar um novo ponto de montagem (/mnt/virtual) que irá conter a concatenação de todas as unidades. E em seguida vamos executar o comando mhddfs seguido dos três diretórios (onde estão montados as três partições) e do ponto onde serão montados.

# mkdir /mnt/virtual
# mhddfs /media/disco1,/media/disco2,/media/disco3 /mnt/virtual -o allow_other
option: allow_other (1)
mhddfs: directory ´/media/disco1´ added to list
mhddfs: directory ´/media/disco2´ added to list
mhddfs: directory ´/media/disco3´ added to list
mhddfs: move size limit 4294967296 bytes
mhddfs: mount point ´/mnt/virtual´

A opção “-o allow_other” permite que o /mnt/virtual seja visível para outros usuários e não apenas a quem o criou.

Digite novamente o comando “df -h” e observe que foi criado mais um ponto de montagem:

# df -h

Observe a inteligência dessa ferramenta: ela criou uma concatenação dos três discos, calculou o tamanho total das unidades juntas (180G), somou o espaço já utilizado (95G), e ainda trouxe o tamanho do espaço livre (85G). Se você entrar em /mnt/virtual perceberá que todos os arquivos provenientes das três unidades se encontram no mesmo lugar.

Mas se você tentar adicionar novos arquivos em /mnt/virtual? Quando você cria um novo arquivo em /mnt/virtual, o mhddfs vai olhar para o espaço livre que permanece em cada uma das unidades. Se a primeira unidade tem espaço livre suficiente, o arquivo será criado nela.

Caso contrário, se a unidade está com pouco espaço (tem menos que especificado pelo “mlimit” opção do mhddfs, que o padrão é de 4 GB), a segunda unidade será utilizado no lugar. Se essa unidade também tem pouco espaço, a terceira unidade será utilizada. Se todas as unidades tem pouco espaço, a unidade com mais espaço livre será escolhida para criar os novos arquivos.

Se resolver adicionar ao fstab para a montagem automática durante o boot, você pode adicionar a seguinte linha:

mhddfs#/mnt/hdd1,/mnt/hdd2,/mnt/hdd3 /mnt/virtual fuse defaults,allow_other 0 0
Bem, esse não é o método mais adequado de se criar um array de discos, mas em muitas situações da vida de um Sysadmin isso poderá ser muito útil. É sempre bom ter uma carta na manga. :-)

André Luiz Facina

Gordon permite que você execute seus arquivos de vídeo SWF em um ambiente baseado em JavaScript, sem necessidade de quaisquer plugins ou software adicional. Ele se aproveita das vantagens das mais atuais tecnologias web como SVG para renderizar gráficos vetoriais ou Web Workers para melhoria de performance e analisar mesmo grandes arquivos SWF no background, sem bloquear a interface com o usuário. Além disso lhe fornece acesso completo e controle dos recursos de seu vídeo via JavaScript ou DOM.

Site e código:
http://wiki.github.com/tobeytailor/gordon/

Não perca os demos:
http://wiki.github.com/tobeytailor/gordon/demos/

Fonte:
http://www.h-online.com/open/n
[...]out-a-Flash-Player-905050.html