Arquivo de 13/05/2011

COBOL é uma linguagem de início proprietária criada em 1959 e tem como intuito principal ser uma linguagem simples, voltada ao desenvolvimento de aplicações para negócios. Atualmente ela continua sendo usada por bancos e outras empresas que já possuíam uma aplicação desenvolvida nesta linguagem. Porém, em sistemas Linux estamos um pouco desprovidos de ferramentas para desenvolvimento, nesse artigo será apresentado um compilador que foi muito falado já aqui no VOL e também algumas configurações para deixar o Gedit como uma IDE simples para desenvolvimento.

Programas

A distribuição utilizada foi o Ubuntu 10.10.

1° Passo instalar o compilador open-cobol:

$ sudo apt-get install open-cobol

Obs.: o apt-get irá instalar também suas dependências.

2º Passo instalar o Gedit caso não encontre ele instalado em sua distribuição:

$ sudo apt-get install gedit

Configurações do Gedit

Agora vamos configurar o Gedit para que possa reconhecer a sintaxe do COBOL com este arquivo: cobol.lang – encontrado no endereço:

Após fazer o download do arquivo descompacte-o:

$ unzip cobol.lang.zip

Mova o arquivo para o diretório de configurações de sintaxes highligths:

$ sudo mv cobol.lang /usr/share/gtksourceview-2.0/language-specs/

Agora abra o Gedit, vá para a guia editar -> preferencias

Linux: gGedit como IDE para<br />
COBOL” width=”400″ height=”40″ border=”0″ /></a></div>
<p>Vá para a guia plug-ins.</p>
<div><a href=Linux: gGedit como IDE<br />
para COBOL” width=”400″ height=”407″ border=”0″ /></a></div>
<p>Ativar o plugin Ferramentas Externas.</p>
<div><img src=Linux: gGedit como IDE para<br />
COBOL” width=”400″ height=”270″ border=”0″ /></a></div>
<p>Clique no botão adicionar.</p>
<div><img src=Linux: gGedit como IDE para<br />
COBOL” width=”400″ height=”275″ border=”0″ /></a></div>
<p>Execute – O shell que ele irá executar será este:</p>
<div>#!/bin/bash<br />
p=$GEDIT_CURRENT_DOCUMENT_NAME<br />
p=`echo ${p:0:${#p}-4}`<br />
gnome-terminal -e ./$p</div>
<p>Configurações:</p>
<ul>
<li>Teclado de Atalho: é só apertar para selecionar o que deseja no meu caso foi o Ctrl + F10</li>
<li>Salvar: Nada</li>
<li>Entrada: Documento Atual</li>
<li>Saída: Mostrar no painel inferior</li>
<li>Aplicabilidade: Todos os Documentos</li>
<li>… : COBOL</li>
</ul>
<div><a href=Linux: gGedit<br />
como IDE para COBOL” width=”400″ height=”278″ border=”0″ /></a></div>
<p>Build e Execute – O shell que ele irá executar será este:</p>
<div>#!/bin/bash<br />
p=$GEDIT_CURRENT_DOCUMENT_NAME<br />
cobc -x $p<br />
p=`echo ${p:0:${#p}-4}`<br />
gnome-terminal -e ./$p</div>
<p>Configurações:</p>
<ul>
<li>Teclado de Atalho: é só apertar para selecionar o que deseja no meu caso foi o Ctrl + F11</li>
<li>Salvar: Documento Atual</li>
<li>Entrada: Documento Atual</li>
<li>Saída: Mostrar no painel inferior</li>
<li>Aplicabilidade: Todos os Documentos</li>
<li>… : COBOL</li>
</ul>
<div><a href=Linux: gGedit como<br />
IDE para COBOL” width=”400″ height=”276″ border=”0″ /></a></div>
<p><strong><em>Conclusão</em></strong></p>
<p>Agora testaremos as configurações deste exemplo:</p>
<div>identification division.<br />
program-id. prova.<br />
data division.<br />
working-storage section.<br />
01 y pic x.<br />
procedure division.<br />
display “Ola Minha Nova IDE”.<br />
accept y.<br />
stop run.</div>
<p>Obs.: Lembrando sempre que em COBOL deve-se iniciar o programa na coluna 8 e comentários na coluna 7.</p>
<p>Espero ter ajudado um pouco com essas informações. Para quem quiser melhorar mais um pouco ainda o Gedit, pode habilitar o plugin Trechos e dentro dele embutir comando com if, evaluate, perform e outros, assim quando você apertar Ctrl + Espaço, aparecerá o comando semelhante a quase todas as IDEs.</p>
<p><strong>Por:</strong> Denis Wilson de Souza Oliveira</p>
<p>Fonte: <a href=viva o linux

Importante: Essa dica só vale para o Gnome 3 que vem no Fedora ou openSUSE (LiveCD). Se você instalar o Gnome 3 no Ubuntu vai se arrepender amargamente…

1) Tecla Win (Ou clicar em Atividades)

O Gnome 3 deu uma boa utilidade a tecla que tem a janelinha (símbolo da Microsoft), que chamarei aqui de tecla Win. Ao teclar na Win (ou clicar em Atividades no canto superior) você terá a sua disposição:

  • Alternar entre janelas abertas;
  • Abrir um novo programa que esteja na barra de programas favoritos;
  • Pesquisar por um programa e abri-lo;
  • Fechar outros programas;
  • Mudar de área de trabalho;
  • Pesquisar uma expressão no Google ou Wikipédia;
  • Ir para o menu de aplicativos;

Isto é, com a tecla Win você tem tudo a sua mão, então é só se adaptar a usar essa tecla.

2) Touchpad

Se você usa Tauchpad, tenha pena do primeiro botão de seu notebook, habilite o clique do mouse com a touchpad.

Tecle Win —->> Aplicativos —->> Localize o programa “Configuração de Sistema” —->> Touchpad —->> Clique na aba Touchpad e marque: “Habilitar cliques do Mouse com a Touchpad”.

3) Janelas (Alternar/Minimizar/Maximizar/Fechar)

Todas janelas abertas na área de trabalho ativa estão a sua disposição ao teclar na Win, mas você ainda pode usar o Alt+Tab. Você pode fechar uma das janelas em exposição clicando no X que fica no canto superior delas, ou da forma tradicional, selecionando a janela e fechando no X.

Para Minimizar uma janela, clique com o botão direito do mouse no canto superior dela e selecione minimizar. Isso faz com que a janela desapareça da área de trabalho rsrsrsrs Para vê-la novamente tecle em Win :)

O duplo clique no canto superior de uma janela Maximiza ou deixa a janela no tamanho Normal.

Essa é a parte mais difícil de se adaptar, usar a tecla win e selecionar a ação desejada é mais rápido que clicar em Atividades e fazer a mesma ação. Fica a dica!

4) Após tecla em Win (ou clicar em Atividades) eu posso:

  • Selecionar um aplicativo em favoritos,
  • pesquisar por um aplicativo na caixa de busca,
  • ir para o menu de aplicativos,
  • pesquisar no Google, usando a caixa de busca,
  • para pesquisar na Wikipédia é só selecioná-la no canto inferior do Desktop,
  • mudar de área de trabalho.

No que se refere a área de trabalho, inicialmente tem duas áreas ativas, a que você está e uma abaixo dela. Se você abrir uma aplicação na área de baixo, outra área abaixo fica visível, e assim por diante. Eu tentei descobrir quantas áreas temos disponível no openSUSE, e desisti na décima uashuashsauh!

5) Aplicativos

Todos programas estão acessível em: Atividades (ou tecla Win) —->> Aplicativos Note que tem uma barra ao lado, com a mesma organização do velho menu do Gnome.

Para adicionar um programa na barra de programas favoritos é muito fácil, clique com o botão direito do mouse sobre ele e selecione “Adicionar aos Favoritos”. Para retirar um aplicativo da barra é da mesma forma… O bom, é que essa “dock” está bem fácil de usar e estável, eu ainda não me deparei com bugs nela. Só não instale o programe de editar menu do Gnome 2, pois você vai bagunçar tudo no Gnome 3.

6) Pontos negativos

a) Ao menos no OpenSuse, a opção de desligar não está acessível, mas você pode encontrá-la… Com o ponteiro do mouse sobre suspender, pressione a tecla Alt, aí o desligar aparece enquanto você mantiver Alt pressionado. Então é só clicar em desligar. É uma solução, mas espero que isso mude!

b) Existem poucas opções de configuração. Acredito que as velhas funções do Gnome estão sendo adaptadas e implementas no Gnome 3 aos poucos. Mas ao menos para mim, o Gnome3 já está usável (devo confessar que eu usei o E17 bugado por anos e muito feliz rsrsrsrs).

c) Eu percebi que a maioria dos programas não abrem em mais de uma janela, isto é, se já tem um terminal aberto, não adianta tentar abrir outro clicando no ícone. Você tem que ir no terminal aberto, e selecionar: Arquivo —->> Abrir terminal (ou outra aba.) O mesmo ocorre com o Gedit

7) Pontos positivos

a) Lindo! Inovador, algo a ser exibido para os amigos do Windows! rsrsrsrsrs!

b) Tão intuitivo quanto um celular novo, rsrsrs! Quando compramos um celular novo, a gente perde um tempinho até se adaptar e configurá-lo, depois a gente meche nele de olhos fechado. Eu acredito que esse novo conceito do Gnome 3 não vai ser nenhum empecilho a novos usuários, como li em muitos comentários… Basta dizer que o Linux ficou com cará de Smartphone, pronto! Pois é a mais pura verdade e não vai assustar a nenhum usuário novo. Aliás, quer apostar quanto que o próximo Windows vai imitar o Gnome3 como fez com o KDE 4?

c) Tem menos bug que o KDE 4 teve quando foi lançado, ao menos a versão do openSUSE que estou usando está muito boa. Quem quiser testar o liveCD do openSUSE com o Gnome3, baixe no link:

Eu fui mais ousada, eu instalei essa versão e estou gostando…

Publicado por Izabel

Fonte: viva o linux

O phpMyAdmin apresentou a sua versão 3.4.0, considerada uma grande atualização para sua ferramenta de administração de banco de dados. Em uma postagem publicada em seu blog, o desenvolvedor do phpMyAdmin e mantenedor do projeto Michal Čihař, diz que o mais recente lançamento é um “enorme passo” já alcançado, observando que essa edição introduz uma série de novos recursos.

Versão 3.4.0 possui a adição de uma interface simplificada para exportação / importação, um construtor de consulta visual e um editor ENUM/SET. Várias partes do phpMyAdmin também foram atualizadzs para fazer uso de tecnologias AJAX. Outras alterações incluem atualizações para as preferências do usuário e gráficos, suporte para o esquema de exportação, relação com vários formatos e um novo tema padrão.

Versão 3.4.0 do phpMyAdmin está disponível para download a partir do site o projeto. Ele está disponível para download a partir do SourceForge.

Saiba Mais:

[1] SourceForge: http://sourceforge.net/news/?group_id=23067&id=300277

Fonte: Under Linux

Múltiplas vulnerabilidades foram descobertas no Exponent CMS, que podem ser exploradas por usuários maliciosos para conduzir ataques Cross-Site Request Forgery (CSRF) e divulgar informações confidenciais, de acordo com a Secunia.

1. O aplicativo permite aos usuários executar determinadas ações através de requisições HTTP, sem efetuar qualquer controle para verificar a validade dos pedidos. Isto pode ser explorado, por exemplo, para criar um usuário com privilégios administrativos, se um usuário administrativo estiver logado em à visita um site malicioso.

2. Entrada através do parâmetro “controller” para content_selector.php (quando a “seção” e “ação” são descritas) não é devidamente verificada antes de ser usada para incluir arquivos. Isto pode ser explorado para incluir arquivos arbitrários dos recursos locais, através de seqüências de diretório transversal e URL-encoded NULL bytes.

A exploração bem sucedida desta vulnerabilidade requer que o magic_quotes_gpc esteja desativado.

3. Entrada através do “arquivo” (parâmetro) para framework/modules/pixidou/download.php não é devidamente verificado antes de ser utilizado para baixar arquivos. Isto pode ser explorado para fazer o download de arquivos arbitrários dos recursos locais, através de seqüências de passagem de diretório.

As vulnerabilidades estão confirmadas na versão 2.0.0 beta2.1. Outras versões também podem ser afetados pela falha questão. Solução para o problema: Editar o código-fonte para garantir que a entrada seja devidamente livre de elementos nocivos e verificada. Não navegue em sites não confiáveis ​​e nem siga os links não confiáveis, enquanto estiver registrado no aplicativo.

Saiba Mais:

[1] Help Net Security: http://www.net-security.org/secworld.php?id=11008

Fonte: Under Linux