Arquivo de 18/05/2011

Antes de começarmos, entenda o conceito de Raid 0:

No striping, ou distribuição, os dados são subdivididos em segmentos consecutivos (stripes, ou faixas) que são escritos seqüencialmente através de cada um dos discos de um array, ou conjunto. Cada segmento tem um tamanho definido em blocos. A distribuição, ou striping, oferece melhor desempenho comparado a discos individuais, se o tamanho de cada segmento for ajustado de acordo com a aplicação que utilizará o conjunto, ou array.
Há problemas de confiabilidade e desempenho. RAID 0 não terá desempenho desejado com sistemas operacionais que não oferecem suporte a busca combinada de setores. Uma desvantagem desta organização é que a confiança se torna geometricamente pior. Um disco SLED com um tempo médio de vida de 20.000 horas será 4 vezes mais seguro do que 4 discos funcionando em paralelo com RAID 0 (admitindo-se que a capacidade de armazenamento somada dos quatro discos for igual ao do disco SLED). Como não existe redundância, não há confiabilidade neste tipo de organização.
Vantagens:
- Acesso rápido as informações (até 50% mais rápido).
- Custo baixo para expansão de memória.

Desvantagens:
- Caso algum dos setores de algum dos HD’s venha a apresentar perda de informações, o mesmo arquivo que está dividido entre os mesmos setores dos demais HD’s não terão mais sentido existir, pois uma parte do arquivo foi corrompida, ou seja, caso algum disco falhe, não tem como recuperar.
- Não é usado paridade.

Wikipedia

Requerimento minimo: Ubuntu 11.04 versão Alternate – Dois discos (de preferência exatamente iguais. Usei dois discos SCSI Seagate de 36Gbs cada para essa experiência):

1. Siga com a instalação normalmente até a hora de particionar os discos. Já no particionamento de discos escolha a opção Manual:

2. Apague todas as partições deixando exatamente como na figura abaixo:

3. Selecione o disco (não a partição), de um enter, e selecione “Automatically partition the free space“. Esta opção pode ser feita manualmente se você quiser:

4. Logo após os passos acima, a estrutura de partições deverá estar parecida com a das imagens abaixo:

5. Selecione a opção “Configure software RAID” e logo depois a opção “Create MD device” – Selecione a opção RAID0. Na escolha das partições, selecione primeiramente as duas sdX1 (onde X é a letra que corresponde ao seu HD) A soma destas partições será a área do seu FS:


6. Selecione novamente a opção “Configure software RAID” e logo depois a opção “Create MD device” – Selecione a opção RAID0. Na escolha das partições, selecione as duas partições restantes e logo depois em finish para finalizar a criação dos arrays:

7. Sua estrutura deverá estar parecida com a da imagem abaixo:

8. Selecione a partição #1 do Raid Device 0, e escolha o tipo de FS e onde será montado (geralmente no /). Depois selecione “Done setting up the partition”:

9. Selecione a partição #1 do Raid Device 1, e escolha o modo de partição swap. Depois selecione “Done setting up the partition”:

10. Sua estrutura agora deverá estar parecida com a da imagem abaixo:

11. Selecione “Finish partitioning and write change to disk“. Na tela seguinte “Yes” e aguarde a instalação do sistema:

Boa sorte!

Fonte: Barras Bin

Um grupo de atacantes conseguiu ter acesso a um servidor da empresa Fox Broadcasting, com centenas de nomes de seus empregados, seus e-mails e senhas. Em seguida, os indivíduos maldosos publicaram toda informação recolhida na Internet utilizaram para “devastar” contas on-line que têm as mesmas credenciais de login.

O grupo se autodenomina LulzSec também esta por trás do recente roubo de informações pessoais da rede X Factor. Eles também anunciaram que este foi apenas o começo de sua “empreitada”, e ainda tiveram a ousadia de pedir aos usuários ara que acompanhassem sua campanha no Twitter.

De acordo com Graham Cluley, o grupo também usou as senhas roubadas para seqüestrar o Twitter e LinkedIn dos sócios e colaboradores da Fox, com o intuito de desfigurá-los. De maneira bastante clara, é importante para os empregados da Fox alterar as suas senhas se ainda não tiverem feito isso”, diz ele. “Entretanto, mais do que isso, esse truque de impacto sublinha a importância do uso de senhas diferentes em cada site que você acessa, e garante que suas senhas não são palavras de dicionário ou de fácil acesso ao mundo dos crackers

Saiba Mais:

[1] NakedSecurity http://nakedsecurity.sophos.com/2011…inkedin-pages/

Fonte: Under LInux

O Clonezilla publicou a versão 1.2.8-42 do seu Clonezilla Live. Este release apresenta a adição do bootloader GRUB2 para a EFI ( Extensible Firmware Interface ), permitindo-lhe arrancar a partir de um dispositivo USB com uma moderna partição GPT Intel baseada em Macs.

De acordo com o desenvolvedor Steven Shiau, que também trabalha no editor de partições GParted, esta última versão estável foi atualizado para a versão unstable do Debian (conhecida como “Sid”), liberada em 13 de Maio e inclui o 2.6.38-5 do kernel Linux.

Detalhes sobre o lançamento, incluindo uma lista completa de mudanças, podem ser encontrados no anúncio oficial e no registro de alterações. Clonezilla 1.2.8-42 Live está disponível para download a partir do SourceForge, como um arquivo de imagem ISO e com notas a partir do web site do projeto.

Saiba Mais:

[1] SourceForge: http://sourceforge.net/mailarchive/m…sg_id=27511809

Fonte:  Under Linux

Um problema de segurança no Android tem sido bastante discutido por esses dias: o vazamento de informações importantes que podem ser obtidas em redes Wi-Fi abertas. Como a falha está presente até o Android 2.3.3, ela afeta praticamente todos os usuários.

As pesquisas feitas na University of Ulm na Alemanha concluiram que é fácil obter os tokens de autenticação de serviços no Android, uma vez que são transmitidos em texto puro. O problema está no protocolo ClientLogin, que autentica a conta com os servidores apenas uma vez e guarda um token válido por 14 dias, liberando acesso aos serviços depois por meio dele. As informações desse authToken podem ser capturadas em redes Wi-Fi abertas maliciosas e o resto dá para imaginar. Dados das apps que usam o sistema de autenticação (Twitter, Facebook, etc) podem ser obtidos por terceiros na rede, e depois usados para os mais diversos fins.

O problema com a fragmentação das verões do Android é grave, já que muita gente vai continuar usando versões desatualizadas por um bom tempo – ainda mais quando as atualizações finais dependem das operadoras.

Esse problema só foi corrigido no Android 2.3.4. As principais recomendações são atualizar assim que possível para o 2.3.4 (virtualmente impossível para a maioria dos usuários comuns), desativar a sincronização automática ao usar redes sem fio públicas e, principalmente, evitar essas redes abertas. Para desenvolvedores de apps o melhor é sempre usar as conexões seguras (HTTPS) e talvez trocar o authToken pelo oAuth.

Fonte: Guia do Hardware