Arquivo de 30/05/2011

CAIS (Centro de Tratamento a Incidentes de Segurança) está repassando o alerta do ISC (Internet Systems Consortium),
intitulado “Large RRSIG RRsets and Negative Caching can crash named” que trata de uma vulnerabilidade no servidor DNS BIND.

A vulnerabilidade afeta servidores de DNS que utilizam BIND 9 e são configurados como “caching resolver“. O armazenamento de uma resposta negativa de uma consulta a um domínio executada com um RRSet muito extenso, paralisa o serviço named (BIND 9) devido a um erro de verificação no tamanho de buffer. Esta vulnerabilidade pode ser explorada remotamente, por exemplo, por meio de malwares que forçem os clientes a consultarem domínios cujos servidores estejam configurados para enviar respostas construídas especialmente para essa finalidade.

Uma medida paleativa é restringir o acesso ao servidor de DNS de cache. Entretanto, o CAIS recomenda que sejam implementadas as soluções descritas na seção “correções disponíveis”.

Sistemas afetados: são afetadas por esta vulnerabilidade as seguintes versões do BIND 9:

  • 9.4-ESV-R3 e anteriores; 9.6-ESV-R2 e anteriores
  • 9.6.3 e anteriores; 9.7.1 e anteriores; 9.8.0 e anteriores

Correções disponíveis: recomenda-se a atualização do servidor BIND 9 para as versões:

  • 9.4-ESV-AR4-P1; 9.6-ESV-R4-P1; 9.7.3-P1; 9.8.0-P2 ou superiores

Mais informações:

Fonte: SegInfo

Clonar discos rígidos é uma solução cotidiana para as demandas dos responsáveis por infra-estrutura e suporte nas mais variadas organizações, e também uma tarefa (ou precaução) comum para desenvolvedores e até mesmo usuários avançados.

Trata-se de uma forma comum de realizar backups completos de computadores em produção (por exemplo, antes de testar uma reconfiguração crítica), e também de criar uma instalação básica que possa ser replicada em múltiplos computadores com configuração e funcionalidade semelhante, de forma mais simples e rápida do que instalar e configurar em cada um deles o sistema operacional, o conjunto de aplicativos e os dados que precisarão constar neles.O funcionamento básico pode ser descrito como um processo de copiar todo o espaço ocupado no disco de um computador, gravando-o em uma mídia externa (CD, DVD, pen drive, disco remoto, …). Esta cópia, denominada imagem de disco, poderá depois ser usada para restaurar o mesmo computador ao estado em que estava no momento da clonagem, ou para reproduzir a mesma configuração (que siga o padrão da empresa, ou da universidade, etc.) em vários outros computadores.

Gênese de uma solução

Existem vários aplicativos especializados em clonagem de disco, e muitos deles são versões modificadas de distribuições de Linux, devido à facilidade de modificá-las para funcionar dando boot a partir de CDs ou DVDs, para que o aplicativo não dependa do sistema operacional já instalado no computador que será clonado (ou que receberá o clone), nem precise lidar com a complexidade de clonar um disco que está em uso pelo sistema operacional e assim pode ter seu conteúdo alterado durante a cópia.

Em sua origem, este também foi o caso do Phantom, sistema de clonagem de HDs iniciado pelo brasileiro Djames Suhanko em 2003. Na época a distribuição brasileira Kurumin era popular, e Suhanko trabalhava em uma empresa distribuidora de computadores que havia adotado o Kurumin como o sistema pré-instalado nos micros que vendia, o que demandava um certo nível de trabalho de configuração manual, seguindo um roteiro mas sujeito a falhas do operador que gerariam retrabalho, suporte e insatisfação do consumidor.

Foi aí que Suhanko colocou em prática um sistema simples de clonagem em rede, na época baseado no próprio Kurumin (e similar à funcionalidade típica de programas proprietários existentes na época), que permitia gerar e reproduzir via rede local o clone de uma instalação completa , multiplicando a produtividade e reduzindo a possibilidade de falha humana não detectada na operação.

Pouco depois, trabalhando em outra empresa, o mesmo Suhanko viu-se envolvido em um projeto que demandaria gerar centenas de clones de instalações de PCs. A empresa em questão usava a mais popular solução proprietária de clonagem na época que, além das questões de custo da ferramenta, adotava um processo trabalhoso, ainda baseada em disquetes (que precisavam corresponder ao hardware das máquinas – mudou a placa de rede, já era!), e demandando 2 operadores atuando em cada restauração de imagem: um junto à máquina sendo instalada, e o outro junto ao servidor.

Phantom: uma distribuição minimalista feita para clonagens

Foi aí que Suhanko transformou sua ideia em uma solução: montou um CD com o Linux, suporte simultâneo a todos os hardwares (incluindo a variedade de placas de rede…) em uso na empresa, e configurou lá um servidor (também com Linux) que pudesse funcionar desassistido, permitindo assim que cada operação demandasse apenas um técnico, e que múltiplas operações (de upload ou download de imagem) pudessem acontecer na empresa simultaneamente.

Nascia assim o Phantom, que em 2006 foi divulgado ao público e começou a agregar usuários e colaboradores.

Uma das primeiras contribuições recebidas da comunidade envolveu resolver o maior problema de eficiência do Phantom: o fato de ser baseado no Kurumin, uma distribuição de uso geral que incluía muitos componentes desnecessários, o que fazia com que sua própria imagem de instalação fosse excessivamente grande, o seu boot demorasse bem mais que o necessário, etc.

Pelas mãos do colaborador Marcelo Barros Almeida, especialista em dispositivos embarcados com Linux e hoje integrante da equipe, o Phantom deixou de ter 280MB e passou a ter meros 15MB, preservando toda a sua funcionalidade – e a partir daí deixando de ser uma distribuição diretamente derivada do Kurumin.

Os anos passaram, o Phanton ganhou sua própria interface gráfica (hoje baseada no Qt Embedded), foi mencionado em artigos internacionais e atraiu colaboradores que o internacionalizaram e traduziram para espanhol e inglês, e hoje completa 5 anos de intensa (e discreta, como convém) atividade.

Para aqueles que têm interesse em experimentar o Phanton, sugiro iniciar pela documentação oficial que, além de apresentar e descrever o uso comum do sistema (por meio de CDs ou DVDs de boot), também explica como ir além e instalar o Phantom em um pen drive, ou mesmo via boot remoto em rede, além de exemplificar como configurar um servidor de rede para armazenar as imagens de disco. Aos desenvolvedores, parabéns pelos 5 anos, e que ainda tenham oportunidade de ver o Phantom rodando por muito tempo, com cada vez mais contribuições dos usuários!

Fonte: IBM.com.br por Augusto Campos

Hashbot é uma ferramenta forense para Web, que tem a intenção de adquirir e validar, over time, o status individual de uma página ou documento da Web. O processo de aquisição ocorre da seguinte forma: é necessário inserir a URL do documento (ie: http://www.evilwebpage.com/ image .jpg or http://www.evilwebpage.com/page.html) na entrada do texto.

Depois disso, selecione o agente e utilização preferido (o padrão é o Mozilla Firefox) e clique em “enviar”. Aguarde terminar o processo de criação e o download do arquivo zip.

O processo de validação acontece quando as informações validadas são armazenadas no código .txt em “Validate Info”; insira o código de acesso no campo “CODE”. Depois, insira o file hash escolhendo entre MD5 e SHA1 no campo HASH FILE, e selecione o tipo de file hash de acordo com o tipo de hash escolhido no campo interior. Em seguida, clique em “enviar” e aguarde a resposta do servidor.

Saiba Mais:

[1] Hashbot: https://www.hashbot.com/
[2] PentestIT: http://www.pentestit.com/2011/05/29/…ate-web-pages/

fonte: Under Linux

Os desenvolvedores tem um imenso orgulho de apresentar o QuickRecon em sua versão 0.3.1, uma ferramenta simples, destinada à coleta de informações. Para lidar com ela, é necessário passar uma grande parte de seu tempo obtendo informações sobre seu alvo e depois atacar.

Como foi mencionado antes, QuickRecon é um instrumento de coleta de informações simples, que permite que você pesquise nomes de subdomínios, faça transferência de zona e junte e-mails a partir do Google.com e do Bing.com. Para os que desconhecem esse processo, transferência de zona DNS, é um tipo de transação que nos permite replicar os dados contendo os dados de DNS em um conjunto de servidores da mesma natureza.

A transferência de zona vem em duas edições, completa (AXFR opcode) e incremental (IXFR). AXFR significa Asynchronous Transfer Full Zone e IXFR representa Incremental Zone Transfer. Este simples Python script depende do DNS toolkit dnspython ao executar uma transferência de zona.

O recurso de e-mail desta ferramenta também pode ser usado em muitas maneiras, inclusive para saber mais sobre possíveis alvos considerando sistemas de força bruta, engenharia social, etc… A melhor parte sobre este script é que ele é compatível com vários sistemas operacionais. Foi testado com sucesso em Windows XP e BackTrack 4 R2 com a instalação do Python 2.x.

Saiba Mais:

[1] PentestIT: http://www.pentestit.com/2011/02/06/…python-script/

Fonte: Under Linux