Arquivo de julho, 2011

Angry IP Scanner, ou apenas ipscan, é um scanner de rede open-source e multi-plataforma, projetado para ser rápido e simples de usar. Ele realiza a varredura de endereços IP e em portas, não requerendo qualquer instalação. Esse aplicativo pode ser livremente copiado e usado em qualquer lugar.

A ferramenta de varredura simplesmente examina cada endereço IP, para verificar se ele está ativo; então opcionalmente ele está resolvendo seu hostname, determinando o endereço MAC, portas scans, etc. A quantidade de dados recolhidos sobre cada host pode ser estendida com plugins.

Além disso, ele tem funções adicionais, como NetBIOS (informações como nome do computador, nome do grupo e usuário conectado no momento – Windows), endereços de IP, detecção de servidor Web, customizable openers, e os resultados da verificação podem ser salvos em CSV, TXT, XML ou file list IP-Port.

Com o auxílio de plugins, Angry IP Scanner pode recolher qualquer informação sobre IPs (scanned). Qualquer pessoa que saiba escrever o código Java, é capaz de escrever plugins e estender a funcionalidade dos Angry IP Scanner. Intuindo aumentar a velocidade de digitalização, é utilizada uma abordagem de vários segmentos: uma linha de varredura separada, é criada para cada endereço IP no processo de scanner.

O aplicativo de teste de segurança está hospedado no SourceForge, de onde pode ser baixado.

Saiba Mais:

[1] Angry IP Scanner http://sourceforge.net/projects/ipscan/


Fonte: Under LInux

A empresa Citrix, realizou a indentificação de uma séria vulnerabilidade nos seus produtos de virtualização XenApp e XenDesktop. Essas falhas graves poderiam ser exploradas enviando um pacote disfarçado para o elemento vulnerável do XML. O código funcionará com os privilégios, ou seja, com os níveis de acesso do serviço em questão.

O Serviço de XML pode ser configurado para compartilhar uma porta com o Microsoft IIS, ou usar sua própria porta. No caso deste último, os componentes de serviço XML serão hospedados pelo autônomo “Citrix XML Service” que é implementado pela ctxxmlss.exe. Implementações que fazem uso de ctxxmlss.exe são afetadas por esta vulnerabilidade.

A Citrix tornou pública uma lista com todas as versões vulneráveis a esse problema, com os patches de correção disponibilizados para cada produto envolvido. Detalhes adicionais podem ser encontrados na página da companhia e no ISC.

Saiba Mais:

[1] ISC http://isc.sans.edu/diary.html?storyid=11269&rss
[
2] Citrix http://support.citrix.com/article/CTX129430

Fonte: Under LInux

Os sistemas de banco de dados livres CouchDB e SQLite, apresentaram conjuntamente a especificação de uma nova linguagem de consulta, UnQL (pronuncia-se “Uncle”), que é semelhante ao SQL, em muitos aspectos, mas é projetado para trabalhar com bancos de dados documentais NoSQL.

Damien Katz, criador do CouchDB e Richard Hipp, responsável pelo SQLite, têm trabalhado em torno do UnQL para criar uma linguagem de alto nível, e Katz diz que a especificação “decorre da crença de que uma linguagem de consulta comum, seja necessária para impulsionar a adoção NoSQL da mesma maneira que o SQL levou a adoção no mercado de banco de dados relacional”.

A linguagem inclui comandos SELECT ,INSERT , UPDATE e DELETE, mas ao contrário de SQL, eles não funcionam em tabelas, mas em “collections” desordenadas de conjuntos de documentos.

Saiba Mais:

[1] UnQL http://unqlspec.org/display/UnQL/Home

Fonte: Under Linux

Conforme mencionei por mensagens no Twitter nesta sexta e a alguns colegas que atuam com PHP, lamento a interpretação causada pela entrevista para a Globo que foi exibida no Jornal Hoje.

Infelizmente, a edição (que é normal para que possa ser exibido dentro da grade da emissora, ou seja cortes da versão original) prejudica a interpretação do que estava mostrando e dá a entender que tudo que tenha a extensão .php seria perigoso e vírus, o que é absurdo e jamais falaria isso. Quem me conhece sabe disso e de minha idoneidade e seriedade profissional.

Sobre a entrevista

A entrevista foi feita no dia anterior pela manhã e durou cerca de duas horas, e foi conduzida pela Reporter Natalia com muita competencia. Ela abordava a preocupação em alertar as pessoas para evitar que caissem em golpes por e-mails. Até aquele momento não sabia em qual programa sairia e nem minha equipe.

Várias perguntas foram feitas e objetivamente respondidas sobre o que é um Hacker, cracker, sobre alguns tipos de emails e etc. Sobre a fragilidade de alguns sites, sobre SQL injection, redes sociais, sobre a falta de conscientização das pessoas que expõe muito suas vidas pessoais na web e etc, citado ao final pela âncora do Jornal Hoje rapidamente. Falei muito sobre os grandes alvos: as crianças e os mais velhos, o que não foi citado.

Ao mostrar alguns e-mails falsos, expliquei detalhadamente vários detalhes que ajudam as pessoas a identificá-los e classificá-lo como FALSOS para que usassem na matéria para alertar as pessoas, pois, para um leigo é dificil devido a criatividade dos crackers atualmente. Uma outra pessoa foi entrevistada e se disse vítima deste tipo de golpe tendo um prejuízo de cerca de 10 mil na reportagem.

Saliento naquele momento à reporter, um exemplo de uma grande empresa de análise de crédito que recebi em meu nome naquele exato momento. Aponto para o erro no nome, no valor absurdo (que as pessoas precisam prestar atencao), no e-mail do remetente falso (geralmente nome de pessoa fisica ou site que nao tem haver com a empresa), no design que pode apresentar falhas e no link orientando a pessoa a parar sob o mesmo com o mouse sem clicar, e olhar a URL. Enfatizo que o endereço não tem nada haver com a empresa e a extensão .php, exclusivamente PARA ESTE TIPO DE E-MAIL FALSO, geralmente pode ser nocivo (uma tentativa de baixar algum tipo de programa malicioso na máquina do usuário: vírus, worms etc.). Em seguida mostro outro e-mail FALSO enviado em nome do Banco Itaú, este um pouco pior de qualidade com o objetivo de enganar e pegar senha e dados bancarios do receptor, com as mesmas caracteristicas e um link também .php, clico no link ele leva a uma página falsa clone do internet banking do banco que pede dados e senha da conta. Esta parte foi cortada e não exibida no programa. A reporter me questiona na passagem:  ”se um email deste tipo com link pode ser um vírus”, e respondo: “Sim, provavelmente, devido as caracteristicas”, e a conversa flui, falo de outros tipos de extensão também. Notem que saliento que “PODE” ser vírus na matéria que foi exibida e que ficou no site do JH. Durante a entrevista falo sobre outras extensões .asp, .scr, .com, exe  e etc.

Sou um profissional experiente e professor, inclusive já atuei com software dirigindo equipes e tenho negócios deste tipo até hoje e ótimos amigos desenvolvedores PHP, .net, java etc. Adoto o PHP em praticamente tudo por considerá-lo entre várias qualidades com ótima performance e seguro.

Lamento a interpretação errada da entrevista e a má repercussão no mundo PHP, mas, não edito a imagem que vai ao ar e tenho certeza que não arranhará a imagem do PHP que é muito maior que uma pequena entrevista. Já dei entrevistas a outras mídias e eventualmente isto pode ocorrer com vídeos ou até mesmo textos.

Entendo e respeito as críticas e o que puder fazer para orientar e esclarecer aos meus relacionamentos sobre o PHP irei fazer.

A comunidade PHP peço desculpas e jamais tive a intenção de que o php ou qualquer linguagem séria e de grande aceitação pelo mercado fosse associada a um vírus ou programas maliciosos.

Pelas ótimas características do PHP ele é muito utilizado em todo o mundo e infelizmente os crackers também usam as linguagens bem difundidas para si, infelizmente importunando quem trabalha sério e causando muito prejuízo.

Agradeço aos seguidores e amigos que entenderam e me conhecem de longa data no mercado e tomarei mais cuidado em próximas entrevistas.

Fonte: Jeferson D´Addario