Arquivo de 02/07/2011

Anunciado há pouco tempo, o novo Google+, ou Google Plus, gerou muita curiosidade na Internet e todas as pessoas estão a querer experimentar este novo serviço que realmente está a superar as expectativas de muitos!

Apesar de ainda estar numa fase muito inicial de desenvolvimento, o Google+ já apresenta uma interface de muito simples utilização e bastante intuitiva, permitindo que qualquer pessoa, mesmo com poucos conhecimentos de funcionamento de redes sociais, consiga criar rapidamente grupos de amigos, partilhar informações e conhecer novas pessoas.

Apesar de tudo isto o Google+ sofre um pouco com o facto de ser um serviço de registo limitado, com isto o número de utilizadores ainda é muito pequeno comparado com os gigantes Facebook e Twitter. Assim sendo, qualquer informação partilhada no Google+ pode não receber a atenção merecida.

Nesse sentido foi prontamente criada uma extensão que permite partilhar as suas ligações do Google+ no Facebook e no Twitter, desta forma não será necessário estar a percorrer as três redes para partilhar o mesmo artigo, foto, vídeo ou até um simples pensamento!

Tal como referido, o Google+ ainda não é utilizado por milhões e milhões tal como o Facebook, no entanto, o seu crescimento é algo único que merece todo o destaque, aliás, basta ver na imagem abaixo. Por isso mesmo, a equipa do Ubuntued recomenda a utilização desta nova rede social. Ora, como os envios das matérias que você pode fazer podem não ter muita visibilidade, então a recomendação mais óbvia é utilizar esta extensão, que automatiza a partilha nas outras duas grandes redes sociais

Para mais informação sobre o gráfico apresentado a cima clique aqui

Vídeo demonstrativo

Para ter a noção de quão importante é esta extensão, para quem utiliza com frequência estas redes sociais, recomendo que veja este pequeno vídeo demonstrativo desta excelente extensão!

 http://www.youtube.com/watch?v=9s9dckiALpQ&feature=player_embedded

Instalação

Como todas as outras extensões do Google Chrome referidas no Ubuntued, pode instalar o “Extended Share for Google+” clicando no botão à sua direita. A instalação é rápida e não necessitará de visitar qualquer outra página, o que é recomendado para utilizadores com limites de banda limitados.

Apesar de tudo, caso deseje visitar a página na Chrome WebStore poderá fazê-lo na seguinte ligação, além dos habituais comentários de outros utilizadores, também encontrará a ligação para o código fonte da extensão no caso de desejar fazer alguma alteração.

Extended Share for Google Plus

Utilização

Agora que tem esta extensão instalada encontrará uma nova ligação nos conteúdos do Google+ chamada “Send to…“, que ao clicar lhe dará a opção de enviar o link do conteúdo para o Twitter ou para o Facebook. De forma a que qualquer pessoa possa ver a ligação utilize a opção de publicação Pública (tal como é mostrado no vídeo acima).

Seja qual for a opção irá abrir-se uma nova janela para concluir a publicação na rede social, dependendo então se o utilizador tem ou não o login efetuado.


Estará agora disponível para os seus amigos e conhecidos uma ligação para a sua publicação do Google Plus, relembro que apenas os conteúdos classificados como Públicos (ver imagem abaixo) poderão ser acedidos por todos os seus contactos, quer no Facebook, quer no Twitter.

Fonte: Ubunted.info

Google decidiu introduzir uma pequena mudança, esperando uma eficácia na forma de como apresentará aos usuários do Gmail os e-mails recebidos. A partir de agora, toda vez que um usuário receber um e-mail de alguém que não está em seus contatos do Gmail, o cabeçalho vai mostrar automaticamente o e-mail do remetente, sem ele ter que pressionar o link “show details”.

“Se o endereço de e-mail completo do remetente for exibido, então o Gmail entende que você não se comunicava com esse remetente anteriormente. Se o endereço de e-mail for bastante longo, vai ser exibida uma versão abreviada “, isso é explicado
na Ajuda do Gmail.

Através dessas mudanças, o Google espera ajudar os seus usuários a se livrar de spams e phishing, práticas que tem se tornado cada vez mais comuns.

Saiba Mais:

[1] Help Gmail: http://mail.google.com/support/bin/a…answer=1311182


Fonte: Under Linux

A Canonical, desenvolvedora da distribuição Linux Ubuntu, quer crescer no mercado brasileiro.

Hoje com um milhão de PCs rodando Ubuntu no país, a empresa não chega a revelar metas, mas está de olho em parcerias de suporte, aumento na base instalada no governo e no segmento de OEMs brasileiro – onde já embarca seu sistema operacional em máquinas da Dell e da Positivo no Brasil.

“Nosso negócio é fazer cada vez mais pessoas usarem o Ubuntu”, disse Jon Melamut, vice-presidente de Serviços OEM e Produtos da Canonical.

Durante o Fisl, a empresa assinou um acordo para migrar as máquinas da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio Grande do Sul, dentro um projeto piloto para uma migração mais ampla da base instalada do governo gaúcho.

Melamut esteve no 12º Fórum Internacional Software Livre (fisl12), acompanhando outros membros da empresa, que marcou presença com oito palestras e um dos maiores estantes do evento.

5% das máquinas no BR
Não é para menos. Dos 20 milhões de máquinas que a Canonical estima ter no mundo rodando o Ubuntu ou uma de suas variáveis, 5% estão no Brasil.

Desses 5%, metade são de contratos com o Ministério da Educação (MEC). Na prática, as crianças brasileiras estão sendo “ubuntizadas”.

“É um processo de longo prazo, mas que terá efeitos no futuro”, opina Tony Wasserman, professor na universidade Carnegie Mellon West, no Vale do Silício.

Segundo Wasserman, o fato de o software livre ser hoje utilizado na educação de crianças dará aos futuros programadores duas visões de mundo, em se tratando de programas de computador – o aberto (Linux, ou mais especificamente o Ubuntu), e o fechado (Microsoft Windows).

Wasserman aposta na proliferação do Linux no futuro, movimentando toda a cadeia de software, com efeitos especialmente sobre os modelos de negócios, especialmente nas ofertas de serviços – IaaS e SaaS, por exemplo.

Usuários .br
Enquanto os ventos mais favoráveis para o Linux se demoram – o open source, apesar da força nos servidores, ainda é uma gota d’água nos mais de 80% de share da MS no desktop – a Canonical segue a investida.

Além do MEC, o Exército, Serpro, Locaweb e o Buscapé estão na lista de empresas e entidades que usam o Ubuntu.

De acordo com Melamut, o crescimento da Canonical em máquinas – “sem venda de licenças é difícil saber um número exato”, desabafa – é de 45% ao ano.

“Acho que o grande diferencial nosso é que somos mais fáceis. Nós descobrimos que alguém está usando o Ubuntu e entramos em contato, querendo saber se eles querem alguma ajuda. Não tem burocracia nenhuma para os clientes corporativos”, declara Melamut.

Marcelo Soares, sócio diretor da F13, a mais recente fornecedora de suporte full partner da Canonical no Brasil, ressalta que o Ubuntu é diferenciado em relação ao próprio Linux.

“Hoje, em servidores, por exemplo, existe Windows pago, Linux pago (referência a Red Hat e Suse) e Ubuntu”, declara.

Roda até no Windows
Facilidade também é a posta para os usuários finais. Na sua key note no fisl12, Melamut apresentou as novidades do último release do Ubuntu, com interface renovada, com uma barra de atalhos oculta à esquerda que pode ser ativada pelo mouse ou…

“Aquela tecla com aquela bandeirinha… sei lá o nome daquilo”, brinca, ao referir-se à tecla Windows, ou simplesmente super, para os “ubunteiros”.

Completam o pacote do release a oferta de sete lojas de música online (à semelhança do iTunes) e um drive virtual – Ubuntu One – sincronizado com diversos dispositivos, como iOS (iPad e iPhone) e celulares Android.

“Dá pra acessar até no Windows”, brinca Melamut.

Segundo o executivo, o Ubuntu tem 10 mil aplicativos, tanto para a plataforma x86 quanto para ARM, disponíveis.

Texto extraído na íntegra do Baguete.

Meu Twitter: @AndreGondim

Abraços e boa sorte!! ;)
Conheça a comunidade Ubuntu Brasil
http://www.ubuntu-br.org/participe

fonte: Andre Gondim

Segurança Manager 1.5, é uma versão remodelada do appliance de segurança Greenbone, que agora é capaz de testar os dispositivos em redes IPv6 para analisar as vulnerabilidades e passar as suas conclusões para os analistas em detecção de intrusão da Sourcefire e sistemas de prevenção.

A nova versão inclui agora Container Tasks, que permitem relatórios de verificação em formato XML, para ser compartilhado entre os appliances. Dados compartilhados podem ser analisados, pesquisados, selecionados, comentados e compilados em relatórios.

A forma como o software será atualizada, também foi revista; atualizações agora podem ser instaladas sem a necessidade de acesso à Internet, seja através de um temporizador ou por meio de uma unidade flash USB. Mais informações sobre Greenbone Security Manager 1.5 podem ser encontradas no fabricante data sheet.

Saiba Mais:

[1] Greebone: http://greenbone.net/index.html
[
2] Documento em PDF: http://greenbone.net/download/GSM-Da…20110411en.pdf

Fonte: Under Linux