Arquivo de 08/08/2011

Olá minha gente!!

Esta dica é um apêndice ao artigo muito bem elaborado do CABELO, tendo em vista as mudanças na ferramenta Tor e a nova versão do Ubuntu e do Debian.

Instalação

# apt-get install libevent-dev libssl-dev tor privoxy

Configuração

Edite o seguinte arquivo como mostrado abaixo:

# vim /etc/privoxy/config

# Generally, this file goes in /etc/privoxy/config
#
# Tor listens as a SOCKS4a proxy here:
forward-socks4a / 127.0.0.1:9050 .
confdir /etc/privoxy
logdir /var/log/privoxy
# actionsfile standard # Internal purpose, recommended

actionsfile default.action # Main actions file
actionsfile user.action # User customizations

filterfile default.filter
# Don’t log interesting things, only startup messages, warnings and errors
logfile logfile
#jarfile jarfile
#debug 0 # show each GET/POST/CONNECT request
debug 4096 # Startup banner and warnings
debug 8192 # Errors – *we highly recommended enabling this*

user-manual /usr/share/doc/privoxy/user-manual
listen-address 127.0.0.1:8118
toggle 1
enable-remote-toggle 0
enable-edit-actions 0
enable-remote-http-toggle 0
buffer-limit 4096

Pulo do Gato

O Ubuntu 11.04 vem com o Firefox 4 por default e o Debian, também por default, não vem com nenhuma versão do Firefox instalado. No caso do Tor, para ele funcionar perfeito é necessário a instalação do Firefox 3.6.17

# wget http://releases.mozilla.org/pub/mozilla.org/firefox/releases/3.6.17/linux- i686/en-US/firefox-3.6.17.tar.bz2 # mv firefox-3.6.17.tar.bz2 /opt
# cd /opt
# tar jxvf firefox-3.6.17.tar.bz2
# cd firefox
#./firefox

Feito isso, instale o complemento TorButton diretamente do firefox ou pelo site do próprio projeto https://www.torproject.org/torbut ton/index.html.en

Após estes passos:

# /etc/init.d/polipo restart
# /etc/init.d/privoxy start
# killall tor
# tor

Abra o Firefox, ative o torbutton e veja a mágica.

Obs: o daemon polipo, durante sua configuração já coloca o Privoxy e o Tor para iniciarem durante a inicialização do sistema.

Vlw pessoal, até a próxima.

https://www.torproject.org/index.html.en

Publicado por alessandro vinicius de souza vieira

Fonte: viva o linux

Os drivers que vem com o ubuntu por padrão funcionam perfeitamente, o problema é que não vem o arquivo de configuração da placa, vamos ver como resolver esse problema.

Primeiro precisamos obter o arquivo de configuração, para isso você pode ir direto no site da ralink e baixar o pacote do driver, mas vamos precisar somente do arquivo RT2860STA.dat que vem dentro do pacote link Download – Ralinktech.com

Ou então baixe nesse link que eu disponibilizei somente com o arquivo desejado no Google Docs

Agora vamos à configuração necessária:

Abra o arquivo com o seu editor favorito e altere as seguintes linhas:

CountryRegion=5
CountryCode=BR
SSID=any

O restante pode deixar como está que vai funcionar normalmente.

Agora é necessário criar o diretório /etc/wireless:

$sudo mkdir /etc/Wireless (Respeite as letras maiúsculas porque isso é decisivo)

Com o diretório criado basta copiar o arquivo RT2860STA.dat para dentro da pasta /etc/Wireless:

$sudo cp RT2860STA.dat /etc/wireless/

Está quase pronto, agora basta colocar o modulo rt2860sta para subir junto com o sistema:

sudo gedit /etc/modules

adicione o nome do módulo no final do arquivo:

rt2860sta

Pronto, agora basta reiniciar o sistema que já deve funcionar.

Rode o comando e veja se encontra alguma rede:

iwlist wlan0 scan

Aproveite o seu wifi ! :)

Publicado por Jeferson Afonso do Patrocínio

Fonte: Viva o Linux

Revista Espírito Livre - Ed. #028 - Julho 2011

Revista Espírito Livre – Ed. #028 – Julho 2011

Revista Espírito Livre - Ed. n #028 - Julho 2011
Revista Espírito Livre - Ed. n #028 - Julho 2011

Mês de julho. Férias, descanso, sombra e água fresca, ah… privilégio para poucos. Nós da Revista Espírito Livre continuamos na batalha e trazemos a edição que apresenta em sua capa, a suíte de escritório líder nos computadores com GNU/Linux. As principais distribuições GNU/Linux já o assumiram como substituto do OpenOffice, recentemente doado pela Oracle para a Fundação Apache. Sendo assim, enquanto uma nova versão do Apache OpenOffice não é liberada, o LibreOffice continua seu caminho como sendo a escolha de uma maioria que busca uma suíte de escritório completa, bem como a minha escolha pessoal. É claro que não existem outras soluções para escritório, entretanto os demais ainda tem um longo caminho a trilhar.

Mas engana-se aqueles que o LibreOffice é a escolha só dos que utilizam GNU/Linux. Empresas e usuários que utilizam outros sistemas operacionais também o utilizam. Por ter a característica de ter seu código aberto, usuários de diversos sistemas se beneficiam das funcionalidades do referido software.

Com milhões de linhas de código, a suíte arrebanha simpatizantes mas também rivais e usuários insatisfeitos. A velocidade com o software é aberto e a compatibilidade com outros formatos são as principais queixas daqueles que não são “tão” fãs da suíte. O fato é que grande parte das queixas também estão relacionadas com outros elementos, além do próprio LibreOffice. Sendo assim, culpá-lo por não se comportar da forma que este ou aquele usuário gostaria, não seria a atitude mais prudente. A contribuição, colaboração na construção de novos recursos ou correção e relato de bugs podem sim, ajudar a torná-lo uma solução ainda mais profissional do que já é. E todos, de alguma forma, podem contribuir na melhora do software, esta é a mágica que o software livre proporciona. O usuário final, aquele que não entende de programação, não conhece de design mas acha que um botão diferente poderia melhorar sua usabilidade, pode contribuir com sugestões. Aquele que é fluente em outras línguas também pode ajudar na tradução. No site oficial [http://pt-br.libreoffice.org] o usuário descobre como pode ajudar a torná-lo o que ele, o usuário, deseja e espera de uma suíte de escritório. A comunidade agradece.

Temos 4 entrevistados, sendo que 3 internacionais: Sophie Gautier e Italo Vignoli, ambos da The Document Foundation, Immo Wille, da Universidade de Zurique. Entrevistamos ainda Vitor Micillo, criador da Rede Social Doode.

Além disso, esta edição está repleta de outras contribuições tornando-a uma das maiores edições já publicadas pela Revista Espírito Livre. Vários eventos estão em parceria com nossa equipe, proporcionando várias promoções disponíveis. E muita coisa boa vem por aí. Se você ainda não participou de nossos sorteios, não perca tempo!

Iris Fernández, direto da Argentina, fala dos benefícios do uso do software livre na educação e Daniel Bruno nos traz a cobertura do FUDCon 2011, que aconteceu no Panamá. Filipo Tardim mostra forma de clara como compilar o kernel do Ubuntu e Rodrigo Griffo apresenta a instalação do CentOS via Netinstall. E tem muito mais.

Um agradecimento especial a Eliane Domingos que esteve a frente de grande parte das matérias relacionadas ao LibreOffice, bem como todos os outros, que de alguma maneira, nos ajudaram neste trabalho colossal. Esta edição realmente deu trabalho. E descanso?! Nem aqui, nem na China.

Um forte abraço a todos, colaboradores e leitores!

Fonte: Revista Espírito Livre

Fiz um script para tentar ajudar um colega no tópico http://www.vivaolinux.com.br/topico/Shell-Script/Script-para-extracao-de-dados-PING.

Ficou básico, mas dar para usar em algumas finalidades.

Se quiser alterar os valores padrões, basta trocar 3 variáveis identificadas logo no início do script:
TEMPO_LIMITE=10 # Tempo limite em que caso o pacote exceda um alerta será mostrado
ENDERECO=vivaolinux.com.br # endereço para o ping ser disparado
QTD_PACOTES=10 # quantidade de pacotes a enviar

#!/bin/bash
# Desenvolvido por: rai3mb
#——[Altere os valores abaixo]——————-
TEMPO_LIMITE=10
ENDERECO=vivaolinux.com.br
QTD_PACOTES=10
#—–[Não precisa trocar os valores abaixo]——–
PAC_LENTO1=00
PAC_LENTO2=00
PAC_RAPIDO1=9999
PAC_RAPIDO2=9999
PAC_PERDIDO=0

for i in $(seq $QTD_PACOTES)
do
#Obtem tempo do pacote
PAC_TEMPO=$(ping -c 1 $ENDERECO | egrep -o ‘time=([0-9]+\.[0-9]+|[0-9]*)’ | cut -d’=’ -f 2)
[ -z "$PAC_TEMPO" ] && PAC_PERDIDO=$(($PAC_PERDIDO+1)) && continue

#Mostra um alerta caso o tempo de resposta ultrapasse determinado valor
LIMITE=$(echo $PAC_TEMPO | cut -d’.’ -f 1)
[ "$LIMITE" -gt "$TEMPO_LIMITE" ] && echo “ALERTA:Tempo de resposta superior a $TEMPO_LIMITE ms”

VALOR1=$(echo $PAC_TEMPO | cut -d’.’ -f 1)

#Obtem pacote mais rápido
[ "$VALOR1" -lt "$PAC_RAPIDO1" ] && PAC_RAPIDO1=$VALOR1
echo $PAC_TEMPO | egrep -q ‘[0-9]+\.[0-9]‘
if [ $? -eq 0 ]; then
VALOR2=$(echo $PAC_TEMPO | cut -d’.’ -f 2)
[ "$VALOR2" -lt "$PAC_RAPIDO2" ] && PAC_RAPIDO2=$VALOR2
[ "$VALOR2" -gt "$PAC_LENTO2" ] && PAC_LENTO2=”$VALOR2″
else
PAC_RAPIDO2=0
PAC_LENTO2=0
fi

#Obtem pacote mais lento
[ "$VALOR1" -gt "$PAC_LENTO1" ] && PAC_LENTO1=”$VALOR1″

done

if [ ! "$PAC_PERDIDO" -eq "$QTD_PACOTES" ]; then
echo “Tempo do Pacote mais Rápido: ” $PAC_RAPIDO1.$PAC_RAPIDO2 ms
echo “Tempo do Pacote mais Lento: ” $PAC_LENTO1.$PAC_LENTO2 ms
echo “Pacotes Perdidos: $PAC_PERDIDO”
else
echo “Todos os Pacotes Foram Perdidos: $PAC_PERDIDO”
fi
#EOF

Publicado por Raimundo Alves Portela

Fonte: viva o linux