Arquivo de janeiro, 2012

Venho por meio dessa dica simples, mostrar como instalar o modem E173s no Linux, que é vendido como E173, testado e aprovado nas seguintes distros: Slackware, Sabayon, OpenSuse, Gentoo, Arch Linux, Ubuntu.

Pois bem. O modem Huawei E173 vendido pela operadora da Vivo na realidade é o modelo E173S, que não é reconhecido automaticamente pelo Slackware.

Como configurar no Slackware:

1 – Crie o arquivo “/etc/usb_modeswitch.d/12d1:1c0b”

Obs.: Se não possuir o diretório, crie-o.

# nano /etc/usb_modeswitch.d/12d1:1c0b

2 – Coloque o conteúdo abaixo e salve o arquivo:

###########
# Huawei E173s
DefaultVendor= 0x12d1
DefaultProduct= 0x1c0bTargetVendor= 0x12d1
TargetProduct= 0x1c05

CheckSuccess=20

MessageEndpoint= 0x0f
MessageContent= “55534243123456780000000000000011062000000100000000000000000000″

3 – Modifique o arquivo “/lib/udev/rules.d/40-usb_modeswitch.rules”

Obs.: No Sabayon, Gentoo, OpenSuse, comente a linha referente ao modelo E173.

# nano /lib/udev/rules.d/40-usb_modeswitch.rules

4 – Adicione as linhas abaixo e salve o arquivo:

#Huawei E173s
ATTRS{idVendor}==”12d1″, ATTRS{idProduct}==”1c0b”, RUN+=”usb_modeswitch ‘%b/%k’”

5 – Suba o modulo

# modprobe usbserial vendor=0x12d1 product=0x1c0b

Pronto!

Agora conecte o modem, espere um pouco, abra a janela de edição das conexões de rede e adicione uma conexão “Banda Larga Móvel”.

O modem deve ser reconhecido e deve aparecer na primeira janela, depois basta configurar o APN, usuário e senha. Ou use o Wvidial, que por sinal é excelente.

Se for Vivo, estes valores são:

APN: zap.vivo.com.br
Usuário: vivo
Senha: vivo

Baseado no post:

Publicado por Josué Andrés de Jesus Santos

Fonte: viva o linux

Os desenvolvedores do Samba lançaram uma atualização de segurança para a sua suíte de interoperabilidade para Unix. Versão 3.6.3 do Samba, só foi publicada quatro dias depois de lançar a nova versão estável, o Samba 3.6.2. A atualização de segurança resolve uma questão de “fuga” de memória, que consome uma pequena quantidade de memória quando o “daemon smbd” estiver lidando com solicitações de conexão. Se um atacante fez repetidos pedidos de ligação, esta falha poderia ser explorada para causar uma negação de serviço.

A falha existe em versões Samba 3.6.0 até 3.6.2 – a correção para esta falha é a única diferença em relação ao 3.6.3. Um patch para o Samba 3.6.2 também foi lançada, enquanto o código fonte completo para o Samba 3.6.3 está disponível para download a partir da página correspondente da aplicação. O lançamento 3.6.2, incluiu uma mudança para fazer Winbind receber usuário / grupo de informação e corrige vários problemas com a implementação SMB2.

Saiba Mais:

[1] CVE 2012-0817 Samba http://www.samba.org/samba/security/CVE-2012-0817

Fonte: Under Linux

O fato da Symantec ter classificado aplicativos de terceiros como portadores de malware, tem sido criticado pelos desenvolvedores do sistema Android, de acordo com a especialista em segurança Lookout. Eles dizem que não tem como classificá-los como malwares, pois o que ocorre é a integração de uma “ad network”, que “deve ser levada a sério”. A Lookout, como a Symantec, também fornece software anti-virus para o Android.

A Symantec havia identificado 13 aplicativos, que incluiu o módulo de publicidade da rede Apperhand e classificou-o como “maligno”, e que já tinha infectado até cinco milhões de aparelhos Android. O Apperhand envia um hash do IMEI do aparelho a um servidor, a fim de identificar o usuário e, em seguida, configura o dispositivo para receber publicidade através de mensagens push. Ele também adiciona um atalho para o launcher para o motor de busca Apperhand, e há relatos de que ele também muda o motor do navegador e configurações de pesquisa padrão na home page.

De acordo com a Lookout, essas atividades não configuram que haja uma ocorrência de malware, (a especialista define malware, como um software que “é projetado para se envolver em comportamento malicioso em um dispositivo), e também pode ser usado para roubar informações pessoais de um dispositivo móvel, resultando em roubo de identidade ou fraude financeira.

Saiba Mais:

[1] Android Foruns http://androidforums.com/android-app…y-browser.html

Fonte: Under Linux

Oi pessoal,

Essa dica é para quem, assim como eu, gosta de montar seus servidores do zero, instalando os serviços que vai precisar de acordo com a demanda exigida.

Geralmente, nos proxyes rodando Squid usamos o Sarg para gerar relatórios, porém é muito incomodo (pra não dizer chato) ficar gerando e analisando os relatórios.

A ferramenta SqStat é um script PHP que acessa os logs do Squid e gera EM TEMPO REAL uma listagem dos sites que estão sendo acessados pelos hosts da rede naquele instante.

Uma das maiores vantagens dessa ferramenta é que com ela conseguimos analisar o tráfego na rede, detectando quais usuários estão consumindo mais banda através do protocolo HTTP e HTTPS.

Agora vamos deixar de lero lero e vamos ao que interessa… Mão na Massa!!!

Requisitos necessários:

  • PHP 4.1 ou superior
  • Proxy rodando Squid

Download:

Instalando:

Descompacte o pack na raiz do seu webserver

Faça uma cópia do arquivo “config.inc.php.defaults” mudando o nome da cópia para “config.inc.php”, edite o arquivo config.inc.php com o vi, vim, nano ou qualquer outro editor da sua preferência para setar o endereço do seu servidor proxy rodando Squid e a sua porta de atuação.

Edite o squid.conf adicionando as seguintes linhas:

acl manager proto cache_object
# substitua 10.0.0.1 pelo ip do seu webserver…
acl webserver src 10.0.0.1/255.255.255.255
http_access allow manager webserver
http_access deny manager

Pra finalizar, basta acessar o seu webserver pelo browser e chamar pela página sqstat.php (Ex.: http://seu.ip.da.rede/sqstat.php).

Bibliografia:

Publicado por Alex

Fonte: viva o linux